4 de mai. de 2012

MULHERES DE VARGEM ALTA PARTICIPAM DE CURSO DE GERENCIAMENTO DE PROPRIEDADES

Cerca de 20 mulheres agricultoras de Vargem Alta irão iniciar um Curso de Gerenciamento de Propriedades, promovido pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). O objetivo da atividade é incentivar a inserção das mulheres na gestão da propriedade e contribuir para a ampliação da renda familiar.
De acordo com o extensionista do Incaper, Haroldo Oliveira Gomes, o curso proporcionará conhecimentos sobre a gestão em uma propriedade como um todo, que inclui desde a alimentação e educação da família até a organização da produção para agroindústrias e artesanatos. “Queremos ampliar a inserção da mulher na renda familiar, mas também incentivar sua participação na gestão de todas as atividades desenvolvidas em casa e na propriedade”, explicou Haroldo.
O curso, denominado “Com licença, vou à luta”, ocorrerá em quatro módulos, que ocorrerão em todas as quintas-feiras do mês de maio. O local da atividade será no Centro do município.
Texto enviado pela aluna Cristina Dias

A POLÊMICA DO FUNK FEMINISTA

As fankeiras defendem as mesmas bandeiras de igualdade que as feministas dos anos 70

No fundo, quando cantam suas musicas com as letras obsenas, estão reivindicando e denunciando as opressões as quais foram historicamente submetidas.Elas querem o direito à igualdade. De quebra, rompem com o padrão de beleza: nenhuma delas é loira ou magra, e além de tudo, essas fankeiras são pobres, negras e faveladas.

Tudo começou no século XVIII, quando Olimpe de Goudes, na frança e Mery, na Inglaterra, passaram a lutar por direitos civis para as mulheres. [...] As bandeiras de luta chegam, então, a temas restritos a vida privada, como o direito a vida sexual. São campanhas que expediram do direito ao orgasmo ao questionamento do papel da dona de casa, e que culminaram nas bandeiras de liberdade individual.
Hoje, os grupos feministas se manifestam de outra maneira. É cantando funk que elas esperam um permanente processo de expansão desde as primeiras reivindicações do movimento feminista.
Referência: Supernovas - Super maio 2012 . Texto enviado pela aluna Janaína G. Melo.

27 de abr. de 2012

SUPREMO APROVA COTAS RACIAIS EM UNIVERSIDADES

As cotas raciais nas universidades são constitucionais. Por unanimidade, o Supremo Tribunal federal (STF) julgou que as políticas afirmativas não violam o principio da igualdade e não institucionalizam, como defendeu os democratas, autor da ação julgada, a discriminação racial. Os 10 ministros – Dias Tof-foli não participou do julgamento – deram nesta quinta feira (26/04/2012) o aval para que as universidades brasileiras reservem vagas para negros e índios em seus processos seletivos.

Referência: Jornal A Gazeta – Vitória, sexta feira, 27 de abril de 2012  

26 de abr. de 2012

PROGRAMA NACIONAL

 
·         Justificativa
Instituído pela Portaria No 1.015, DE 21 DE JULHO DE 2011, o Programa Nacional Mulheres Mil - Educação, Cidadania e Desenvolvimento Sustentável – está inserido no Plano Brasil sem Miséria e integra um conjunto de ações que consolidam as políticas públicas e diretrizes governamentais de inclusão educacional, social e produtiva de mulheres em situação de vulnerabilidade.
O Programa possibilita que mulheres moradoras de comunidades com baixo índice de desenvolvimento humano, sem o pleno acesso aos serviços públicos básicos, ou integrantes dos Territórios da Cidadania, tenham uma formação educacional, profissional e tecnológica, que permita sua elevação de escolaridade, emancipação e acesso ao mundo do trabalho, por meio do estímulo ao empreendedorismo, às formas associativas solidárias e à empregabilidade.

·         Meta
Entre 2011 e 2014, o Programa prevê a formação de 100 mil mulheres, moradoras de comunidades com baixo índice de desenvolvimento humano e/ou integrantes dos Territórios da cidadania.

·         Metodologia
As instituições que participarão do Programa iniciarão e promoverão uma cultura de inovação e inclusão a partir das características, experiências e necessidades de cada território e suas populações. O Programa Mulheres Mil alcança uma concentração setorial, regional e institucional por meio da melhoria do acesso de mulheres à educação e ao mundo do trabalho, promovendo, assim, o crescimento humano, com a melhoria das condições de vida sociocultural e econômica e governança de suas comunidades, conforme se transformam em cidadãs, social e economicamente emancipadas.

·         Financiamento
Para a implementação do programa, serão utilizados recursos do Governo Federal e das Instituições Parceiras e Ofertantes. São elas Instituições Públicas dos Sistemas de Ensino Federal, Estadual e Municipal; Entidades Privadas Nacionais de Serviço Social e Aprendizagem e Formação Profissional vinculadas ao sistema sindical (Sistema S) e entidades privadas sem fins lucrativos, sendo as últimas de comprovada experiência em educação profissional e tecnológica.
Referencia; Ministério da Educação – Governo federal – (texto enviado pela aluna JANAINA G. MELO)

21 de abr. de 2012

TAÍS ARAÚJO, A PRIMEIRA PROTAGONISTA NEGRA DA TV

Taís Bianca Gama de Araújo, de 31 anos, carrega o título de primeira protagonista negra da história da televisão brasileira. O ponto alto da carreira, veio em 2009, quando Taís foi convidada por Manoel Carlos para interpretar em Viver a vida (2009) Helena, personagem recorrente nas tramas do autor. A atriz ganharia mais dois títulos: o de primeira Helena negra de Manoel Carlos e o de primeira protagonista negra de uma novela das oito da Globo. Em bate-papo por e-mail, Taís contou a ÉPOCA que, se pudesse, dispensaria todos esses títulos. Segundo ela, eles revelam o atraso e o preconceito existentes no Brasil.

Referência: http://colunas.revistaepoca.globo.com/60anosdetv/2010/09/20/entrevista-tais-araujo/ 

17 de abr. de 2012

ESTUDO SOBRE A SITUAÇÃO DAS MULHERES BRASILEIRAS É LANÇADO PELA ONU MULHERES E CEPIA

A publicação O Progresso das Mulheres no Brasil 2003-2010 reúne dados e análises sobre temas de impacto na vida das mulheres. Especialistas destacam as conquistas e desafios das políticas públicas de gênero e a ação dos movimentos sociais no país.

A iniciativa é da ONU Mulheres e Cepia, e conta com o apoio do Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia e do MDG-F.
A publicação O Progresso das Mulheres no Brasil 2003-2010, lançada no dia 02/04 pela ONU Mulheres e Cepia, já é considerada leitura obrigatória para se entender a situação das mulheres brasileiras. A coletânea de artigos elaborados por especialistas e pesquisadores em estudo de gênero reúne dados recentes e faz uma análise crítica sobre como estão sendo tratados pelo governo e pela sociedade temas como violência, participação política, desenvolvimento econômico, direitos sexuais e reprodutivos, educação, relações raciais e étnicas, mulheres urbanas e rurais, entre outros.
O livro demonstra importantes avanços nas políticas públicas, mas também aponta os desafios para o enfrentamento às desigualdades de gênero, principalmente a exclusão que atinge as mulheres de baixa renda, rurais, negras e indígenas e a violência contra mulheres e meninas.